"Certas dietas são simples. É só cortar açucar, frituras, massas, molhos, bebidas alcoólicas, pães, biscoitos e os pulsos."

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

PANZANO IN CHIANTI, DARIO CECHINNI

Depois de longo tempo, aindsa voiu mostrar as fotos de Panzano in Chianti, o velho açougue de Dario Cechinni que nos levou a este cantinho perdido no vale do Chianti.
Desde que li o livro de Bill Bufford, Calor, tive vontade de ver este açougueiro da Toscana que declama Dante enquanto serve seus clientes.  Mas nao esperava uma festa tào grande.
Tinhaamos reservado jantar para as 21 horas, no Solecichia que éo restaurante em frente e\ao açougue, que seerve 2 sessoes por noite, 2 mesas cada uma para 20 pessoas aproximadamente, o que cria logo um ambiente alegre e descontraido, com diversos pratos de carne, que vao sendo servidos de tempo em tempo. Vinho generosamente servido.
Chegamos antes e fomos para o açougue onde o vinho era servido o tempo todo com pao e azeite de oliva, para quem la estivesse.
A Officina da Bisteca é outro restaurante que fica sobre o açougue, nao fomos, seria exagero!
 Dario Cechinni e suas apresentaçoes.


 Aqui, no açougue, recebendo seus clientes, que entram compram pates, carnes prontas ou nao, tomam um Chianti e conversam...
 Aqui, nossa mesa no Solecichia, com os vizinhos vindo de Firenze, e os outros de Siena. Panzano e Greve ficsm entre Firenze e Siena e tem uma história muito boa sobre a definiçao das fronteiras e,\mépocas passadas, destas duas cidades. Num mesmo horario saia um cavaleiro de Siena e outro de Firenze,cada um em direçao da outra cidade e, onde se encontrassem, seria a nova fronteira. Que ficou ali por Greve in Chianti.
 Aqui mai uma foto da Officina da Bisteca.

Ainda nao sinto gosto nas comidas por bebidas, efeito da radio e de medicamentos, só vou voltar a cozinhar quando tiver recuoerado este prazer.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

TOULOUSE

Não está muito fácil este retorno. Ainda não consigo ficar muito tempo numa posição, por isso a demora em postar, mas vamos até Toulouse (ola Dominique!!!)
Fomos tão bem recebidos em Toulouse que tinha vontade de ficar mais tempo por lá. A cidade é uma graça, na Provence (Occitane está lá). Lugares agradáveis, pessoas muito amigas, restaurante ótimo. Minha amiga Dominique fez dois jantares para nós. Seu pai havia colhido uns cogumelos selvagens e enviado par ela, era estação, a sorte foi grande. O aroma daqeles champs na panela é uma coisa inesquecível, doce. Foie gras onde só quem lá mora sabe onde encontrar o melhor. Sem fotos dos pratos,  não deu tempo. Mostro a mesa que foi arrumada pela Clementine, menina fofíssima, delicada, e talentosa, vejam que graça:




 O mercado do centro da cidade é um exagero de coisas boas. E todo mundo come, todo mundo conversa, parece que todos se conhecem, um clima de interior... frances.


 O restaurante que elegemos não só o melhor de Toulouse, mas o melhor da viagem, está aqui. Brasserie Firmin, no 58, boulevard Carnot.



As ostras como entrada, L. pediu risoto de frutos do mar e eu pedi um grelhado que acompanhou risoto.
No dia seguinte pegamos a estrada e fomos atée Andorra, atravessando os Pirineus, uma amiga nos acompanhou por algum tempo:

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

FEIRA EM PARIS

Demorei muito mesmo para colocar um pedacinho da viagem aqui.
Mas tenho meus motivos.
Paris continua sendo a capital mais bonita da Europa, para mim. Chegam perto, pelo que me lembro, Praga e Madrid. Claro, é o que eu acho. Aceito discussões.
Como fomos bem calminhos, pudemos conversar sobre isto. A beleza de PAris está não só nos monumentos, pontes, igrejas. Está no conjunto arquitetônico. A cidade tem uma personalidade.
Não tem um edificios destoando. Existe  harmonia até nos tons de cinza.
Vou começar pelas feiras ao ar livre em Paris. Aliás por uma feira. Perto do hotel onde ficamos, em Monceau, perto da Av. Clichy. Esta feira foi meu ponto de referencia. E  tinha de tudo, desde roupas até frutas, desde o açougue até livros, de docerias, padarias, comida pronta, semi pronta, pequenos restaurantes, vinhos, colecionador de selos e moedas, flores e papelaria. E até o louco da feira.  Uma mistura heterogenea deliciosa.
Aí vai uma pequena mostra:









terça-feira, 17 de agosto de 2010

MONTEVIDEO e EU

Acordei cedo e vim fazer o que precisava e também o que não precisava no computador.
E ensaiei até as onze e meia a sair para andar. Então, tomei coragem e fui, iniciando assim a minha trigésima terceira tentativa de sair a andar todos os dias. Preciso de torcida para isto ir para a frente.
Voltando a Montevideo, mais dois restaurantes por onde passamos. . . e comemos.
El viejo y el mar, absolutamente sem pretenção, na rambla, frente ao mar, entramos assim meio de lado, mas a atmosfera logo nos conquistou.



De entrada, mejillones a provençal, que nem estavam no cardapio. Provençal perfeito,  mexilhões muito frescos, acompanhados por jerez Tio Pepe.










Fomos acompanhados por um vinho muito jovem e de sabor muito estranho. Não entendo de vinhos o suficiente mas lembrei de ter lido no blog Gourmandise, o Michel e a Nina dizerem algo sobre vinho salinado, foi isto? Talvez por ser plantação bem próxima ao mar?   





Pedi, para variar, uma pasta, realmente eu adoro macarrão. Spaguetti com frutos do mar e L. pediu lenguado com molho rockefort.



Fazia muuuito frio lá fora. Mas o ambiente estava aquecido na medida certa.
Dia seguinte fomos até Cpolonia de Sacramento, uma cidadezinha deliciosa, parecendo um Paraty gelado.
Nesta noite fomos a um restaurante bastante indicado, aliás, o mais indicado de Montevideo. La Perdiz. Tipo pub restaurante. Fomos sem reserva, mas a sorte estava conosco e ocupamos a última mesa disponivel. Muito perto do assador, o calor estava um pouco demais. Tive que tirar todos os agasalhos e assim mesmo fiquei um pouco incomodada.
A partir deste momento o restaurante começou a encher, as pessoas no balcão esperando por mesas.
A entrada foi a melhor parte. Presunto cru uruguaio, muito próximo do Serrano, com sabor mais jovem. A quantidade que veio para uma pessoa foi imensa, não demos conta. Experimentamos Patricia. a cerveja mais divulgada por eles. Boa!




Lugar bem decorado. L. pediu certo, entrecôt com batatas. Pra variar, tentei a massa. Raviolis de salmão com molho de caviar negro. O recheio, de salmão defumado, roubou o gosto do resto do prato, o caviar poderia ser qualquer coisa tipo papoula ou pimenta que não faria diferença.

 
No domingo, fomos de Frankfurter e Hungaras (ou seja, cachorro quente e sanduiche de linguiça ) na praia, delicious. . .


E fomos passar a tarde  no hipódromo. Não, não jogamos, só ficamos olhando os cavalos, escolhendo um no páreo, e torcendo. É um espetáculo lindo que, em São Paulo sempre esquecemos de ir ver.

Ficamos no hotel boutique Cala de Volpe, na Rambla  Gandhi, acertando por acaso na escolha pela internet. Pessoal simpático, apartamento amplo e claro, vista para o mar e o café da manhã excelente.

A única surpresa foi o Homem Aranha que apareceu numa tarde enquanto estava descansando e olhando o mar. Imaginem meu susto, quando de repente desce do nada esta figura. Mas, tudo certo.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

MONTEVIDEO

O valor da passagem estava irresistivel, fomos passar um final de semana comprido em Montevideo.
Já acho que estou viciando no frio e as baixas temperaturas têm nos atraido bastante. As mínimas por lá estavam beirando 3 graus C, na madrugada e a máxima, nos melhores dias, 14 graus C na hora do sol forte, das 14 às 16 horas.
Chegamos na sexta feira e logo encontramos o que fazer nesta noite. Jazz band com jantar no Rara Avis, um restaurante muito aconchegante e simpático, no teatro Solis, inaugurado em 1876. O teatro, não o restaurante. Reservamos, ainda bem. Lotou.
Foi o resto mais caro da temporada.


Minha escolha foi o confit de coelho e L. ficou com o Chateabriand.
A carne estava perfeita, o coelho, um pouco seco para um confit 8 horas no fogo.
Durante o jantar, a Mississipi Jazz Band tocou em um palco elevado, e depois entre as mesas. Um bom New Orleans Jazz.

O vinho escolhido foi perfeito, Tannat, 2007, Viejo da vinícola Stagnari.

Como eu lembrei acima que foi o jantar mais caro e, de longe o mais caro, com show e tudo ficou em 3.800 pesos uruguaios, o que significa aproximadamente 130 US$, ou seja, não teriamos este jantar em São Paulo por este valor.

No dia seguinte fomos ao famoso Mercado do Porto.
A arquitetura lembra um pouco o mercado de Santiago do Chile, uma parte está em obras de restauração. Muita gente, preços baratos e commida boa.

Depois de almoçar, andamos ao redor, compramos dulce de leche, huuuummmm doido de bom!
                                                                                                a continuar -

sexta-feira, 11 de junho de 2010

PUERTO MADRYN - RESTAURANTES

Puerto Madryn fica entre Trelew e Puerto Pyramides, Chubut, Patagonia Argentina.
A cidade, muito bonita, vive de porto, pesca, turismo e cassinos, claro.
Na primeira noite, fomos ao famoso El Nautico.
Bastante tradicional, tem decoração acolhedora e caliente, o que funciona bem num lugar onde tudo funciona a portas fechadas para não congelar.



O cardápio foi:


Mexilhões a provençal começando.

Para mim ravioli a moda do chef. . .
vem com um ovo no meio!





Abadejo com molho de limão e ervas para L.                                                                   







                        A adega que serve a casa é esta
Del fin del mundo.  Vinho da Patagonia que nunca
haviamos experimentado. E uma grande pena que
não chegue nas prateleiras de nossas distribuidoras.
O Chardonay estava divino.


Carlos, o garçon mais simpático da temporada.



Na outra noite fomos a Los Colonos.
Construido como um barco de madeira, ele chama a atenção.


Filé de linguado acompanhado de legumes e espetinhos de langostins.

Badejo com molho mostarda, acompanhados de bolinhos de batata (eu não tinha entendido como eram as batatas e pedi errado).                                                     Enfim, muita comida para pouca fome.  O famoso pecado da gula.